Polícia abre um processo-crime contra Venâncio Mondlane e apoiantes pela escalada de violência pós-eleitoral
A Polícia da República de Moçambique (PRM) diz que “abriu um processo-crime contra o cidadão Venâncio Mondlane e seus simpatizantes pelos crimes de incêndio do posto policial, apoderamento de arma de fogo do tipo AK-47, actos que acabam colocando em alvoroço não só o distrito de Moma como também a própria província de Nampula”, no norte do país.
A corporação responsabiliza ao candidato presidencial, Venâncio Mondlane, e aos seus simpatizantes, por um incêndio a um posto policial e por se apoderaram de uma arma de fogo, no distrito de Moma, na província de Nampula.
Em conferência de imprensa, o porta-voz da PRM, Orlando Mudumane, afirmou que a polícia vai continuar a trabalhar para garantir a ordem e segurança públicas, mas pediu a “não adesão a actos de violência e vandalizações públicas”.
Madumane referiu que “a PRM exige da parte do cidadão Venâncio Mondlane e do partido Podemos a devolução imediata da arma de fogo do tipo AK-47 de que se apoderaram os seus membros, no posto policial de Chalaua, no distrito de Moma”.
Informou que “os actos violentos contra as instituições policiais e os membros da PRM tiveram como consequências 21 membros da PRM feridos, entre graves e ligeiros, um óbito e vandalização de três viaturas e duas residências, incluindo desta feita o posto policial que foi queimado”.

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